Somos os piores vilões

Olá pessoal!

Sabem aquela sensação de extase (não a droga) que você sente quando sai do cinema após ver um bom filme. Quando você  sai da sala revivendo as falas e as imagens na cabeça, e sai meio perdido tropeçando na realidade absorto na ficção? Pois é foi isso que senti ao sair da seção de “O Dia em que a Terra Parou”. Um bom filme que te faz pensar sobre nossa relação com o planeta ao colocar o ponto de vista de alienígenas superiores e evoluídos. O filme conta a historia de um extraterrestre que vem a Terra com a missão de fazer os humanos mudarem ou irá destruir o planeta. É uma refilmagem do clássico de 1951 de mesmo nome. O filme com certeza deve ter muito mais exploões que o original que eu não vi, mas acredito que a mensagem é passada.

 

 

"Klaatu Barada Nikto!"

"Klaatu Barada Nikto!"

 

 

 

 

 

Keanu reeves é o E.T. Klaatu que vem pra disimar nossa espécie, Jennifer Connelly (linda como sempre) é a Dr. Benson que tenta mostrar o lado bom da humanidade. É interessante o fato de que cada personagem parecer ser uma versão minima das facetas da humanidade. A Dr. Benson é o lado bom da humanidade, seu enteado (bem interpretado apesar de mala por Jaden Smith) é o medo do que não entendemos, a secretária de estado é os nosos governos (principalmente o americano mais criticado no filme) que atiram primeiro e perguntam depois. Tudo podereria ser melhor explorado mas acredito que o filme cumpre seu papel logo no primeiro dialogo do E.T.

 

Ferrando a humanidade

Ferrando a humanidade

 

 

Os ótimos efeitos ofuscam um pouco a boa história e deixa um pouco a desejar no quesito questionamentos filosóficos mas mesmo assim saí do cinema com a sensação de ter visto o melhor filme de Extraterrestres até hoje. Keanu Revees continua robótico como sempre mas para o personagen dele é perfeito. Jennifer Connelly é linda e uma exelente atriz, ela pasa uma pessoa entristecida e que tenta viver após a morte do marido. O filme mostra que somos os piores vilões e que será nossa responsabilidade a destruição da Terra não uma invasão alienígena. Somos irracionais curtindo nossas gerras e destruindo o planeta esquecemos que é o unico que temos. Sinto que  aso final foi apenas rasoável, poderiam ter aproveitado a veia filosófica nele e matado a pau mas parece que não deu tempo pra isso…Altamente recomendável.

Esfera do espaço

A bolota ai substitui o disco voador do filme original

P.S. Ouvi um amigo meu reclamando de certos problemas de “realidade” do filme. Ai percebi que tem gente que vai no cinema ver um filme de um extraterrestre que vai destruir a Terra com um Robo gigante e ainda quer verossimilhança. Ah! faça-me o favor!

P.S. Sente ai o trailer do filme de 1951…

P.S. eu vi trechos do original na internet e achei que  filme seguia muito aquele estilo de produção de ficção clássica onde tem até aquela cena do robozão segurando a mocinha indefesa nos braços. É engraçado ver que nos anos 50 os produtores pensavam que as pessoa sairiam correndo para tirar fotos de uma nave extraterrestre que pousasse no meio da cidade ao invés de promover quebradeiras e destruição devido ao pânico…

P.S. Jennifer Connelly continua linda…

 

 

Ai ai...

Ai ai...

 

 

P.S. Tem um trailer de Dragon Ball Evolution acompanhando a fita. foi engraçado ouvir os homens no cinema dizendo ” Nooo Dragon Ball! Vou ver” e as namoradas deles retrucando “Que isso!? Aquela porcaria!? Se quiser vai ver sozinho!”

Publicado em janeiro 27, 2009, em 35mm e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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