Arquivo mensal: maio 2011

Que venha a luz!

Olá pessoal

Cá estou eu novamente para falar das minhas expectativas sobre o filme do Lanterna verde! Claro que por enquanto não dá para dizer se o filme é bom ou ruim mas já dá para se ter uma idéia do que virá. Primeiro vamos ao último trailer lançado:

Bom atualmente meu herói preferido tem sido o Lanterna Verde. Não o herói em si mas a tropa dos lanternas pois estou lendo O Dia mais Claro, saga atual da DC e por isso estou todo empolgado com o trabalho foda que Geoff Johns tem feito com o gladiador esmeralda. Mas o que esperar do filme?

cartaz oficial!

Bem a Warner finalmente entendeu que filmes de super-heróis tem de ser levados a sério. Foi preciso que a Marvel lançasse uma sequência de sucessos bem orçados e bem feitos para que a empresa dona do Superman e Perna-longa entendesse que era possível sim ganhar dinheiro com gente de cola e olha! Ela tinha sua própria empresa disso, a DC. Com isso ela correu e lançou seus próprios sucessos como Batman o Cavaleiro das Trevas e  Wacthmen, mas ela sabia que queria mais. Com isso agendou uma série de adaptações e agora luta contra o tempo para emplacar os supers já que ano que vem não terá Harry Potter para garantir os milhões de bilheteria blockbuster.

Com isso e um pouco de bom senso talvez tenhamos finalmente os heróis mais clássicos dos quadrinhos melhor representados nas telonas afinal todos queremos esquecer certos fiascos (Mulher-gato eu nem vi, mas ainda tenho pesadelos com O Retorno do Superman…). E claro por que não ver o quintal do vizinho para saber qual adubo ele usa na árvore de dinheiro?

Para tanto a DC viu em Homem De Ferro que  heriós conhecidos apenas dos nerds sem vida social podem ser sucessos de bilheteria. Basta terem uma história bacana, humor sem exagerar e bons efeitos. E ela então preparou seu próprio sucesso Lanterna verde. Com Hal Jordan e sua personalidade boêmia, piadinhas inteligentes e uma rica história de plano de fundo o protetor do setor 2814 era perfeito para este recomeço. Para isso chamaram o fazedor de dinheiro atual das revistas que desbancou a Marvel e seus crossovers intermináveis, Geoff Jonhs para ajudar no roteiro e resolveu começar algo do início.

O que esperar afinal de contas !? Pelo que vi dos trailers, e isso me assusta pois estou muito empolgado e posso me decepcionar, este parece que será o melhor filme de supers do ano! Com o Thor fraco e comercial demais, e um Capitão américa que parece ir pelo mesmo caminho Lanterna Verde tem tudo que fizeram dos recentes lançamentos de capas e cuecas por ciam da capa sucessos de bilheteria. Contando a história de Hal Jordan desde o início, o filme pretende apresentar aos novatos este super herói, com um ator que se encaixou muito bem no papel, Ryan Reynolds. Assim como Robert Downey Jr. me fez acreditar em IronMan quando lançou e eu disse isso no blog, acredito que ele irá ser um ótimo Hal Jordan, descontraído mulherengo.

Além disso os fãs não foram esquecidos sendo que as referências as revistas são muitas como por exemplo, TODOS, eu disse TODOS, os Lanternas que aparecem serem membros que existem da tropa nos quadrinhos. Isso mostra um carinho e atenção para a produção sem fugir muito. Além disso Sinestro começa não como o arquivilão, assim como o Batman, mas como o mentor para que os novos fãs entendam a gravidade de sua traição. Claro que posso estar errado, mas acho que no mais apenas uma ou outra ideia imbecil me mate de raiva.

Mais da tropa

No mais acredito nesse filme e no potencial da produção. Espero que o grande público pelo mesmo goste para vermos mais Lanternas nas telonas em um futuro próximo.

P.S., Eu já decorei o lema dos lanternas em inglês falta em português

P.S. Quero aprender TODOS os juramentos de TODAS as tropas…. Seria isso uma loucura?

P.S. Gostei do uniforme apesar de tudo ficou bem alienígena

A guerra literária na Guerra dos Tronos

Desde oito de maio (ou antes, para quem visitou uma “importadora”) a série televisa da HBO The Game of Thrones, ou A Guerra dos Tronos, baseada na série literária de George R. R. Martin tem sido o foco das críticas e resenhas nos sites especializados. A série, que se passa em um mundo fictício, relata a guerra de famílias nobres para conquistar o poder máximo de Westeros: O Trono de Ferro.

Como fui veementemente orientado para não publicar nenhum tipo de spoiler (mesmo porque as resenhas de outros sites já esgotaram ao máximo as críticas sobre a história), decidi deslanchar aqui uma análise voltada mais pela escrita de Martin e a comparação inevitável feita entre ele e outros autores da literatura fantástica de capa e espada, como Tolkien.

Pra começar, Martin tem um tato especial para lidar com um gama incontável de personagens. Quem começar a ler o primeiro volume pode até mesmo ficar perdido nos primeiros capítulos até conseguir conhecer melhor os personagens. Quando foi anunciada a adaptação, sinceramente, duvidei que pudesse render um bom resultado, mas pelo visto estava enganado.

O autor teve uma preocupação de pensar e retratar com detalhes a personalidade de seus personagens, desde o chefe da casa Stark, Eddard Stark, até um simples escudeiro, personagem secundário que nada mais faz além de cumprir suas obrigações. Esse nível de detalhamento transforma os livros em calhamaços que facilmente ultrapassam as 500 páginas (dizem que o terceiro volume terá mais de 1.200). Como um bom leitor de literatura fantástica no geral, a narrativa de Martin é muito semelhante ao estilo de King.

Em The Stand (A Dança da Morte), o autor de Carrie, Christine, O Iluminado e tantos outros sucessos, escreve uma introdução bem interessante para justificar o porquê da criação e do relato de pequenos detalhes da história que costumam ocupar grande parte dos livros. Nesse relato, que aqui resumo, King conta a história de João e Maria de duas formas. A primeira ele diz que um casal de crianças se perde na floresta, encontra uma bruxa malvada, que os aprisiona para se alimentar deles depois. Porém, os dois conseguem escapar, atiram a bruxa no forno e fogem de volta para os seus pais. Já na segunda versão, ele conta novamente a história, mas dessa vez inserindo os detalhes que tantos de nós conhecemos desde a infância, como as migalhas de pão, o osso no lugar do dedo e a casinha de doces.

Sendo um dos meus autores preferidos, defendo o ponto de vista de King de que uma boa história demanda detalhes e é isso o que Martin faz em sua Guerra dos Tronos. Tolkien bebe um pouco dessa fonte, mas no seu caso, os detalhes não estão necessariamente na história do Senhor dos Anéis em si, mas sim, no mundo todo da Terra Média, como a linguagem das criaturas, criação do mundo e heróis do passado.

Entretanto, para quem leu Tolkien bem antes do filme (assim como eu), a narrativa dele nem sempre é atrativa. Quero deixar claro aqui que de modo algum pretendo desvalorizar o trabalho do pai de Frodo e cia, mesmo porque ainda me lembro de que quando li, fiquei tão empolgado quanto na obra de Martin.

No caso de Tolkien, a fantasia é gritante, com anões, elfos, hobbits, orcs e outras criaturas caminhando pela Terra Média. A história segue bem os passos do herói clássico, como Luke Skywalker, que vivia em um lugar ermo e tranquilo e se vê obrigado a entrar em uma guerra que até então não acreditava ser sua. A temática é bem maquiavélica, com mau literalmente encarnado em Sauron e com alguns outros personagens confusos em relação do que fazer.

Já Martin parte de um pressuposto de não ter um personagem principal, mas uma leva gigantesca. No caso do livro, o autor utiliza uma ferramenta bem empregada por Stoker, em Drácula, escrevendo os capítulos sob a ótica de personagens diferentes. Essa iniciativa, de certa forma, coloca o leitor mais perto do personagem, porque ele tende a ver os desdobramentos dos acontecimentos sob a ótica do personagem, seja Bram Stark, em Winterfell, ou Tyron Lannister, em Porto Real, na Muralha e no Ninho da Águia.

Outra diferença gritante entre Tolkien e Martin é que em O Senhor dos Anéis, a história é escrita com mais pudor e nas crônicas de Westeros o sexo, envenenamento, traições e assassinatos são rotineiros. Pelo trono de ferro, as famílias poderosas dos Sete Reinos Livres não medem esforços para tomar aquilo que mais querem: poder.

Para quem joga RPG (onde o forte são as histórias de capa e espada), o Senhor dos Anéis está mais para um D&D, com monstros a serem detidos com armas mágicas e bolas de fogo e a ação de um grupo de heróis para destruir um grande mal. Já a Guerra dos Tronos tem mais proximidade com a temática dos livros da White Wolf, principalmente Vampiro, onde clãs sanguíneos ou ideológicos se unem para conquistar cargos de influência por meio de maquinações políticas, traições e mortes.

Já em relação à adaptação, GoT é extremamente bem feita. Não é a toa que as produções da HBO sejam tão bem cotadas no mercado. O que me assombrou foi como a produtora conseguiu enxugar ou cortar aqueles detalhes que citei acima sem estragar a história (o que dificilmente as produtoras de longas conseguem fazer com as obras de King).

A série está no quinto episódio (ou no sexto, se você estiver lendo esse artigo depois do dia 23 de maio). Até o corte da presença dos lobos gigantes dos Stark, tão presentes nos livros, não tirou o brilho da série. Os personagens ficaram bem caracterizados, com atenção especial para o ator que interpreta Tyron Lannister. Peter Dinklage é um anão na vida real (e já viveu o vilão Simon, do filme Vira-Lata), mas no papel do Duende, o filho deformado de Tywin Lannister, ficou impecável. Para mim, o personagem mais bacana de toda a obra, tanto nos livros quanto na adaptação.

Mas agora, já vestindo o meu terno de advogado do diabo, sou obrigado a dizer que apesar de A Guerra dos Tronos ter um apelo mais malicioso, com uma história repleta de tramas e reviravoltas, a obra de Tolkien não fica muito atrás. Para quem não sabe, O Senhor dos Anéis é somente parte do que das histórias da Terra Média e os contos que fazem parte de outros dois livros (Contos Inacabados e Silmarillion, já lançados no Brasil), contem mais ação, mais sangue e histórias mais densas, como a de Berem.

Já a obra de Martin, só posso comparar em pé de igualdade para outra obra de literatura fantástica: a primeira trilogia de Dragonlance. Criada e escrita por Margareth Weis e Tracy Hickman há mais de 20 anos, a série que conta as histórias se Tannis e seus companheiros une as criaturas fantásticas de Tolkien com a trama de Martin, aliada ainda a uma narrativa ágil, engraçada e atrativa.

Para quem curte séries televisivas, The Game of Thrones é uma excelente pedida, mas ainda recomendo o livro. A cena em quem Tyron encontra Catelyn Stark em uma taverna, ainda no primeiro livro, é fantástica (esse é o único spoiler que darei – hehehehe).

Ainda estou lendo o segundo livro e espero encerra-lo logo. A previsão é que cada temporada da série corresponda a um livro. O terceiro volume, A Tormenta de Espadas, está previsto para Setembro deste ano. A Feast for Crows, quarto volume, para o início de 2012. O quinto volume, A Dance with Dragons, ainda está sendo escrito e está previsto para Julho de 2016. The Winds of Winter e A Dream of Spring, sexto e sétimo volumes respectivamente, ainda não tem previsão de publicação.

Raios, Raios e trovões!

Ligtsaber

Olá Amigos!. Voltamos a postar após um longo e tenebroso inverno! Agora vamos ao que interessa. Sei que já é noticia velha que o filme já esta a semanas em cartaz e etc. Mas como só vi ele ontem tenho que dividir minha opinião sobre ele!

Thor!

Eu não estava empolgado em ver o deus do trovão nas telonas. Os trailers não me animaram e eu confesso que só fui ver o filme por causa da Natalie Portman e da Kat Dennings. Talvez por isso o filme me pareceu tão bom. E claro se fosse ruim tinha Natalie Portman e Kat Dennings como nerds que entendem de física quântica! E isso não quer dizer que o filme seja bom. ele só não é tão ruim..

Antes de qualquer coisa um pouco de mitologia e origem do herói Marvel. Na mitologia nórdica Thor é o deus da guerra e do Trovão, filho de Odin, deus dos deuses, que é famoso por suas histórias de bravuras e pelo seu comportamento típico de viking. Com seu martelo mágico Mijolnir e sua biga puxada por bodes ele viajava pelo mundo enfrentando gigantes, monstros e demonios. Muitas vezes acompanhado pelo irmão adotivo Loki, o deus da trapaça, que não é necessariamente mal mas também não era bonzinho e sua lingua ferina os ajudou, e atrapalhou em diversas ocasiões.

Na mitologia Thor é ruivo e mais nervoso

Na Marvel Thor é o filho de Odin e é expulso de Asgard, a morada dos deuses, por seu comportamento impulsivo e descontrolado. Ele é enviado À Terra para ter uma lição de humildade. aqui ele encarna o médico manco Donald Blake e por isso  aprende a cuidar dos seres humanos e zelar por eles. Aqui ele se apaixona pela enfermeira Jane Foster com quem teve um romance que hoje em dia não é mais lembrado. Durante uma invasão alienígena (!) Donald encontra seu martelo em uma caverna e ao empunha-lo se torna o poderoso Thor onde enfrenta os aliens e passa a ajudar os fracos e oprimidos. Loki é o arquivilão de Thor nos quadrinhos e busca o controle da terra dos deuses e por isso arma várias emboscadas para o deus do trovão e seus companheiros humanos. Tudo entendido? Ok então vamos ao filme.

Na Marvel Thor anda escanhoado ultimamente

Primeiro vamos falar dos pontos positivos. Achei o filme bom no todo, tem um ritmo bom, embora seja meio fraco quando passa a ser na Terra, história simples e cativante, um pouco infantil talvez, sem muita enrolação, mas faltou alguns pontos que falarei depois. Apesar dos ângulos de câmeras diagonais o visual do filme estava muito bom para a adaptação dos quadrinhos de Thor. Os deuses ficaram bem menos espalhafatosos que na revista o que me agradou embora não tenha gostado do Loki… Anthony Hopkins interpretando Odin foi muito legal.

Odin!

O filme adaptou duas versões da origem do herói nos quadrinhos, a clássica em que ele vem a Terra e se torna o médico Donald Blake e se apaixona pela enfermeira Jane Foster e a versão do universo Ultimate da Marvel onde o personagem é considerado um mendigo louco que diz ser filho de Odin. Porém há mudanças claras, dentre elas Jane Foster é uma cientista e Thor é mandado à Terra porém com sua lembrança de ser um deus. Com isso temos algumas piadinhas como ele se comportar como um viking à mesa, unico momento onde ele parece um viking, e não conhecer nosso mundo. Christopher Hemsworth tem cara de Thor de sex shop mas até age como tal no início. Mas acredito que na caracterização faltou um pouco daquele linguajar shaksperiano das revistas. Os efeitos ficaram muito legais, a armadura Destruidor ficou muito bacana e os gigantes de Gelo realmente me convenceram. As poucas (sim poucas) cenas de ação são muito bacanas. Só a batalha final que deixou um pouco a desejar…

O grande trunfo do filme está na forma como a história é conduzida para o filme dos Vingadores. Com isso a ciência e a magia inerentes ao universo de Thor são bem casadas no filme sem soarem distoantes entre si. a participação da Shield é fantastica principalmente a do  SPOILER ALERT! Gavião Arqueiro. Aliás se teve um momento no filme que me empolguei foi na sua aparição, que também esta ao estilo ultimate Marvel. Mas esses momentos corelacionados sãos os melhores da terra onde o filme perde um pouco o gingado.

Agora vamos aos problemas.

Faltou quatro coisas que deixariam o filme praticamente perfeito para uma adaptação. Mais relâmpagos, mais capacete, mais humildade e Balder. Durante todas as cenas de ação você fica lá esperando Thor descarregar rajadas de eletricidade divina para todo o lado e… nada. Acho que contei três ataques com trovão em todo o filme, tudo bem que foram os golpes finais, estilo super combo de videogame mas faltou. O cara é o deus do trovão poxa! Não entendi porque tiraram o capacete do Thor. Sei que ele não usa elmo nos Supremos mas no filme ele tinha o capacete e então por que não ficou com ele. Você vai enfrentar um exército de gigantes de gelo e vai com a cabeça desprotegida para facilitar o trabalho deles?
Mas tudo isso passaria batido se não fosse dois problemas. A lição de humildade que o filme se propõe é rasa e pouco convincente. Há elementos que se você prestar a atenção são lições de humildade como ele naõ conseguir pegar o martelo inicialmente ou o tratamento que ele recebe de Jane Foster e as conversas com os humanos. Mas isso não convence. Ele teria de ter mais momentos de humildade com seu corpo mortal e suas limitações. Isso ficou pouco explicativo no filme e meio a toque de caixa.

Outro problema do filme é a ausência de  Balder. Onde estava o irmão mais novo de Thor? Nos quadrinhos ele é o melhor amigo de Thor, já foi soberano de Asgard, esta lá sempre dando uma forcinha e sequer é citado no filme. Os Três guerreiros nem tem tanto destaque assim. Mas poderiam estar la se Balder também estivesse.

Enfim tirando esses pequenos deslizes o filme é bom. Claro que os fãs mais xiitas vão reclamar de outros pontos mas no todo o filme é bom. Mas caso você ainda ache que o filme é ruim veja a imagem a abixo e saiba que Thor nos cinemas já foi muito pior….

P.S. A cena pós créditos já da uma dica da trama do filme dos Vingadores.

P.S. As armaduras dos deuses ficaram até bacaninhas mas me lembraram Power Rangers…

P.S.  a participação especial de Stan Lee é como sempre impagável.

P.S. é bom voltar a escrever P.Ss 🙂

Motor de fusca… ops… busca (parte 2)

Salve! Salve! Kuasenautas de plantão! Estamos ressucitando uma idéia dos promórdios do blog. Faremos a “Lista Top 5 – Kuase lá” com as melhores peripécias dos nossos visitantes! As mais inusitadas buscas que chegaram até nós. Em paralelo divulgaremos o ganhador do Troféu 5×1 da semana. Sim! Pessoas chegam até este casto blog com intuitos sacanas!

Sem mais delongas vamos a Lista Top 5 – Kuase lá:

5º Lugar: escudo do flamengo com o blanka

Não encontramos o Blanka. Mas será que serve esse outro monstrengo aqui? Medo...

4º lugar: http://www.jogar hulk vs thor.com .br – Bem se vê que sabe tudo de internet.

Será que era isso que ele estava procurando?

3º lugar: teking of faiter soltando especial – Depois de muito pensar entendi o que o infeliz procurava. Atenção no faiter.

Isso eu tenho certeza que ele não estava procurando! Qualquer Cosplay é melhor do que o filme...

2º lugar: quero ver super mem vs ruck – Se for o que eu estou pensando que ele escreveu todos nós queremos…

Achou petróleo!

1º lugar: tam vs huik – Juro que fiquei imaginando os aviões sendo arremessados pelo Huik. Cada um tem o brinquedo que merece. Meus aviões eram de papel!

Huik emaIga!

E para fechar com chave de ouro o Troféu 5×1

megan fox transformers 2 moto – Mesmo tendo gente procurando pornô da Chun-Li, modelos gostosas e negros pelados essa imagem não tem melhor no MUNDO!

Isso que é bonito!

O meu Bayern era o terror!

Se hoje você monta times no Winning Eleven e não sabe onde isso começou, prazer, isto é o Elifoot!

Enquanto o Google engatinhava procurar o Serial era um sofrimento!

Em tempos de computadores prosaicos e jogos muito caros uma invenção de um português chamado André Elias reinou no Brasil. A versão “Elifoot 98”, estava presente nos computadores de 11 de cada 10 nerds que hoje tem por volta dos 25 anos.

É o estilo de jogo chamado de “Manager”. Que ganhou versões em vários outros esportes. Montar times, negociar salários, comprar e vender jogadores e ainda construir estádios.

A coisa saiu do MS-DOS, considerado por muitos como um dos primeiros jogos para PC. Ainda em meados de 1987, bem antes do Windows pensar em nascer.

Sabe o mouse? Esquece!

Foi evoluindo ganhando a cada ano uma nova versão. Mas o sucesso foi na direção inversa. Com o aprimoramento e a democratização dos equipamentos de informática, jogos com mais recursos foram tomando o espaço do então joguinho de fundo verde. Sem falar que as novas versões perderam o charme dos antigos e nem de longe acompanharam os sucessores.

Esta é a cara do Elifoot 2010. Adeus fundo verde!

Mesmo assim fica a dica. Amigo Nerd que estava em atividade no final do século passado tire a poeira daquele disquete onde você tem 3 back-ups diferentes daquele seu time fodástico e bora jogar aquela bola!

Caso seu PC ou note não tenha disquete, o que é bem provável, clique abaixo e baixe o Elifoot 98. Bom jogo!

Ou se você quiser o Elifoot 2011 tem também! Baixe aqui no link abaixo:

Para não ficar delongando demais vou falar dos outros Managers de futebol que surgiram nos próximos posts! Não perca!

Eita! 04 de Maio de 2011, data histórica!

Saudações! No dia 04 de Maio de 2011 este projeto que começou besta e sem pretenções alcançou a marca de 100.000 visitas. É verdade que demoramos 3 anos e 3 meses para isso, o que muitos podem parecer pouca coisa. Mas, para nós não é! E aproveitamos o marco para presentear você!

Selo comemorativo das 100.000 visitas!

Aí você se pergunta: “UEBA! O que vou ganhar?” Você acaba de ganhar totalmente “de grátis” uma cara nova para o seu blog favorito! E não é só isso! Você vai voltar a ter atualizações diárias, no máximo semanais (assim espero!). Quase tudo dessa popesfera que virou nosso planetinha. A mesma pegada com muito cinema, lívros, HQ e é claro muito video game!

Isso porque a meta agora é atingir 100.000 visitas em 1 ano! Contamos com vocês!

Não perca!

P.S. Mesmo sabendo que ninguém vai ler isso, que não temos leitores fixo e que ninguém vai procurar nada disso no google resolvemos escrever esse post.