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Bem nossos momentos Nada Ver… aquilo que não se encaixar em, lugar nenhum fica aqui

Quem conta um conto: A vizinha

Roberto era um cara comum, até demais, segundo sua esposa. Na casa dos seus 36 anos sentia que sua vida estava no meio. Afinal nunca pensou em viver muito mesmo. Acreditava que ser um centenário era mais um castigo do que uma proeza. Se bem que ser o meio era sua especialidade. Não era bom nem ruim em nada. Quando jovem não era o melhor nem o pior em notas. Nos esportes nunca foi último a ser escolhido nem muito menos o craque do time. E na vida amorosa então. Sempre a média. Nem feias, nem bonitas, nem muitas e nem poucas. Em resumo, nunca se destacou em nada. A não ser na mediocridade.

Pouco antes de completar 35 anos, Roberto teve uma crise de idade. Começou a se sentir velho. A sensação de estar caminhando para a metade final de sua vida se tornou real e muito pesada. Enquanto a maioria resolveria praticar esportes, comprar roupas novas e ler todos os livros sobre sexo tântrico ele não. Seria ridículo demais. O mais honrado neste momento era aceitar o rótulo de tiozinho.

Lucia, sua esposa, foi quem mais se zangou com essa decisão. Não que o antigo Roberto fosse a realização de seus sonhos. Longe disso, o achava conformado demais, pacato demais e o seu adjetivo favorito, previsível demais. A diferença de 6 anos do casal nunca tinha sido tão desconfortável como agora. Ao completar 30 anos e se ver uma balzaquiana, Lúcia queria mudanças. Queria engravidar, coisa que antes nunca quis. Dizia que ser enfermeira era cuidar dos filhos dos outros. Queria mudar para uma casa melhor, queria um carro melhor. Tudo o que Roberto abrira mão de querer agora que sentia a morte lentamente chegando.

Era um daqueles dias em que o verão faz jus ao que se propõe, onde os pingüins não estão em cima da geladeira, mas sim dentro do congelador para ver se conseguem esfriar a cabeça. Depois de muito suar Roberto decidiu tomar um banho para se refrescar. Quando desligou o chuveiro percebeu que tinha esquecido a toalha. Como estava sozinho em casa, afinal a esposa trabalhava no turno da noite, ficou pensando em como faria. Estou em minha casa, que mal há em sair daqui pelado? Pensou de repente. E em um ato de rebeldia respirou fundo e saiu como viera ao mundo. Ainda empolgado com tal façanha, afinal de contas se a esposa estivesse em casa ele não estaria fazendo aquilo, resolveu que assim ficaria. O calor que fazia foi determinante na decisão.

Ao ir para sala resolveu dar um daqueles piques que crianças arteiras dão dentro de casa, quando escorregou em um tapete colocado criminosamente em um corredor bem encerado pela diarista. Estatelou-se no chão com tudo o que tinha direito. Quando abriu os olhos acreditava que veria as portas do céu ou o pronto-socorro onde Lúcia estava de plantão. Ao finalmente se pôr de pé conferiu se algo estava quebrado ou sujo de sangue. Não agüentou e caiu na risada imaginando a própria cena. Riu mais ainda quando imaginou a cara da esposa ao chegar e encontrar o “Sr. Previsível da Silva” caído pelado no corredor do apartamento.

Caminhando e manquitolando conseguiu sentar no sofá. Ao olhar para a janela não acreditou no que via. Esfregou os olhos para ver se estava alucinando da pancada. Via uma moça no apartamento da frente dançando graciosamente. A ninfeta não passava dos seus 18 aninhos, de pele imaculadamente branca e um ardente cabelo vermelho. Chegava a jurar que tinha visto, mesmo com toda a miopia que seus olhos puderam lhe dar, um cristalino par de olhos azuis. Quando mais ela dançava mais chamava a sua atenção como os seus seios eram tão rijos e suculentos. Ao reparar bem naquela cintura e quadril agora entendia o significado da expressão “mulher violão”. Como podia nunca ter reparado naquele pitelzinho logo ali atravessando a rua? Resolveu chegar na janela mesmo estando nu. Ao chegar e ficar parado fitando fixamente a ninfeta se sentiu vivo novamente. De repente ela se virou e sem saber se escondia ou acenava ficou travado, não menos de repente seu celular tocou. Dando um susto tão grande que não sabia se a jovem o havia visto. Quando atendeu, Lúcia disse com uma voz tensa e sem afeto que esquecera a chave em casa e que não era para ele dormir pesado porque teria que abrir o portão para ela. Quando voltou a musa dançarina não estava mais lá e o apartamento estava todo apagado. Roberto não sabia o quanto aquilo havia mexido com ele, mas que estava diferente isto ele sabia.

No dia seguinte não conseguiu trabalhar. Ficou o dia todo desenhando a nifetinha. Sim! Roberto desenhava! Não era um excelente desenhista, e como era de se esperar era mediano. Fez rascunhos da moça em todos os papeis que via pela frente. Parou quando percebeu que sua baia estava cheia daqueles papeizinhos amarelo de recados com ruivinhas pregados por todos os lados. Ao ir embora resolveu passar no shopping e comprar um binóculo. Ao invés disso saiu com uma luneta. Quando chegou em casa é que pensou em como explicar isso para a esposa. Reconhecidos por todos como um pão duro incorrigível, como podia comprar um trambolho daqueles. Se descobriu um mentiroso de mão cheia quando disse para a esposa que resolvera que passariam mais tempo na roça de seu pai para encomendar o filho que ela tanto queria.

Na primeira noite que ficou sozinho em casa a misteriosa não apareceu. Nos dias seguintes Lúcia teve folga do trabalho. Como havia prometido o herdeiro para encobrir a luneta teve que comparecer durante toda noite, mesmo que seu pensamento estivesse na vizinha. Quando começava a pensar naquele corpo se animava como nunca antes. Lúcia ficou surpresa, mas não quis dizer nada por que independente do que tenha sido para ela estava ótimo. Procurou jeitos de perguntar sobre o prédio da frente sem levantar suspeita. Obteve como resposta apenas que a esposa trabalhava muito e não tinha tempo para saber da vida alheia.

A ansiedade em ver a vizinha novamente o corroia as idéias. Afinal depois de vários dias com os olhos fixos para a janela e nada dela aparecer já pensava em vender a luneta e estava convencido que aquilo provavelmente era uma alucinação da queda. Quando resolveu dar mais uma olhadinha para o apartamento da frente mal pode acreditar no que via. Todas as janelas estavam abertas e acesas. Achou estranho mas com o calor que estava fazendo e um possível medo de escuro achou razoável. Lá estava ela. Deitada confortavelmente de bruços em um sofá balançando os pezinhos enquanto lia um livro de capa escarlate. Mesmo se esforçando não conseguiu ver o título. Preferiu acompanhar o desenho de cada curva daquele corpo. Do narizinho empinadinho até os pezinhos delicados balançando suavemente. Quando ela limpou uma lágrima escorrendo pela bochecha Roberto sentiu uma palpitação que quase lhe tirou o fôlego. Venceu o impulso de sair correndo e ir até lá quando ela fechou o livro e se levantou. Caminhando vagarosamente ao quarto onde começou a tirar a pouca roupa que vestia. Deu três tapinhas na luneta como que agradecendo cada centavo que gastara naquilo. Parou de respirar quando a vizinha ficou apenas de calcinha de algodão na frente do espelho dando tapinhas na barriga para ver se estava tudo no lugar. E como estava! Acreditou ainda mais em Deus quando ela se virou para conferir se seu bumbum estava nos conformes. Só se lembrou de soltar o ar e puxa-lo de volta quando ela pegou a toalha e foi para o banheiro.

Começou a andar pela sala como um leão da savana trancado em uma pequena jaula de um circo menor ainda. Queria pensar em um motivo para ir até lá. Estava decidido. Chegou na janela para contar os andares mas o apartamento estava totalmente apagado. Nem teve tempo de pensar em um porque, Lúcia acabara de chegar do trabalho. Nem perguntou o porquê ela chegou mais cedo. Estava zangado demais com a interrupção para falar alguma coisa sem levantar suspeita.

E por várias noites o mesmo ritual acontecia. A vizinha aparecia, Roberto ficava completamente enlouquecido e quando resolvera ir até lá algo o impedia. Tornou-se agressivo e seu relacionamento com o mundo a sua volta ficava cada vez pior. Seu rendimento no trabalho que nunca foi bom se tornou nulo. Numa discussão mandou o chefe às favas e nunca mais voltou. Ao invés de contar à esposa o que havia acontecido, saía religiosamente no mesmo horário para o trabalho mas ficava na porta do prédio da frente esperando a vizinha sair ou chegar. E por dias isso ocorreu.

Em um desses dias de tocaia não se agüentou e adentrou no tal prédio da frente, rumo ao 4º andar. Quando chegou diante da porta fraquejou, mas como já tinha chegado até ali não retornaria. Mal acabou de tocar a campainha e o seu anjo proibido de cabelos vermelhos abriu a porta. Com o sorriso de canto de boca mais safado que este mundo já viu pronunciou palavras que foram música para Roberto: “Porque demorou tanto? Pensei que nunca viria.” A enlaçou pela cintura e vagarosamente para aproveitar aquele momento foi aproximando para tascar um beijo naquela boca suculenta quando sentiu um choque violento por seu corpo. Abriu os olhos e viu de relance uma confusão de imagens, e novamente a vizinha. Quando tentava entender o que havia ocorrido um novo choque tomou-lhe a razão. Abriu de uma vez os olhos e entendeu onde estava. Entubado em um leito de CTI com toda uma equipe médica ao seu redor e um médico com um reanimador estralando nas mãos. Uma lágrima escorreu de seu olho, todos acharam que era felicidade por estar vivo, mas na verdade era o desespero por voltar para sua merda de vida.

Depois de alguns dias de observação, muitas visitas e várias explicações de que havia caído no tapete do corredor e sido encontrado pelado, desmaiado e sobrevivido por milagre voltou para casa. Enquanto todos achavam que o silêncio de Roberto era efeito do acidente ele sabia que desejava realmente ter morrido. Ao chegar em casa olhou primeiro para o prédio da frente. Reparou que havia um caminhão de mudança trazendo uma nova família para aquele prédio. Enquanto Lúcia pagava o táxi, de pé no passeio reparou que as janelas do apartamento do 4º andar estavam abertas. Olhando de volta para o caminhão viu sair dele uma ninfetinha de pele imaculadamente branca e um ardente cabelo vermelho. Após a tradicional palpitação viu que ela, com o sorriso de canto de boca mais safado que este mundo já viu, piscar para ele. E sim, ela tinha olhos azuis.

Eita! 04 de Maio de 2011, data histórica!

Saudações! No dia 04 de Maio de 2011 este projeto que começou besta e sem pretenções alcançou a marca de 100.000 visitas. É verdade que demoramos 3 anos e 3 meses para isso, o que muitos podem parecer pouca coisa. Mas, para nós não é! E aproveitamos o marco para presentear você!

Selo comemorativo das 100.000 visitas!

Aí você se pergunta: “UEBA! O que vou ganhar?” Você acaba de ganhar totalmente “de grátis” uma cara nova para o seu blog favorito! E não é só isso! Você vai voltar a ter atualizações diárias, no máximo semanais (assim espero!). Quase tudo dessa popesfera que virou nosso planetinha. A mesma pegada com muito cinema, lívros, HQ e é claro muito video game!

Isso porque a meta agora é atingir 100.000 visitas em 1 ano! Contamos com vocês!

Não perca!

P.S. Mesmo sabendo que ninguém vai ler isso, que não temos leitores fixo e que ninguém vai procurar nada disso no google resolvemos escrever esse post.

Pressão alta pode salvar sua vida!!!

Pois é em uma conversa de MSN durante o trabalho me mandaram este link de uma propaganda de remédio de pressão alta da TV japonesa….

Caso vc não leia inglês a mensagem no final é “Em muitos casos a pressão alta não vai salvar sua vida”. Pois é o jato de sangue é bem ao estilo anime japónês.  Achei do caralho e criativo. Muito Bom.

Aporveitando o tema deste post gostaria de salientar o meu pesar com o fim das postagens no blog de meu amigo Gabriel Andrade. O cara simplesmente parou de postar por falta de tempo. Essa propaganda é bem ao estilo de seu blog e foi meio que uma homenagem. Ele que me inspirou a escrever um blog e por isso agradeço a ele. Caso queiram ver o moribundo acessem aqui.

P.S. O jatinho de sangue no final é o melhor

P.S. a cara séria do gordinho e as mãos para cima no melhor estilo Ultraman foi foda.

P.S. e a ainda dizem que a propaganda brasileira que é criativa…

Até a ultima gota parte 3: O filme

Olá Pessoal!

Como prometido estou de volta para falar da séria teen do momento Crepúsculo. Hoje falarei do filme que vi este final de semana. Foi interessante relembrar o primeiro livro. Mas vamos ao que interessa. Novamente há spoilers então se naõ viu, ou leu e não quer saber de ante mão não continue…

CArtaz do filme

Cartaz do filme

Bom o filme é bom num todo.  O livro lógico é melhor elaborado mas o filme em si é bom. Foram retirados todos os excessos de detalhes da autora e apenas o principal foi mostrado. O filme é até um pouco corrido no início mas o ritmo melhora do meio para a frente. Vários momentos foram cortados, do início do relacionamento de Bella e Edward e outros foram mudados. Os personagens humanos foram reestruturadso e aprecem mais adolescentes do que os do livro que pareciam entidades representativas de um mundo distante.

Edward e Bella se acertando na floresta...

Edward e Bella se acertando na floresta...

O Beijo só rola no quarto dela...

O Beijo só rola no quarto dela...

A batalha final tem muito mais ação

A batalha final tem muito mais ação

Bella foi bem representada por Kirsten Stwart que é uma boa atriz e deu uma cara interessante à persoangem. Sem contar que é linda. Edward bem… Robert Pattison é meio robótico e não influenciou no personagem em si que é meio robótico, como os momentos de sarcasmo dele foram apagados no filme em prol da velocidade da narrativa fazendo com que a atuação dele passe despercebida. A cara de plástico do ator caiu como uma luva no personagem descrito da mesma forma no livro. Os demais vampiros deixaram a desejar. Rosalie é descrita como uma beleza sobrenatural no livro e a atriz é apenas … normal… Jasper tem um cabelo estranho e foi relegado a um quarto plano no filme e nem seu poder especial foi citado. Alice ficou perfeita. Sob todos os aspectos. Esme também assim como Carslile. Mas os personagens ficaram muito superficiais e mal aparecem.

Os personagens do filme

Os personagens do filme

Gostei da aproximação dos vilões no filme. Eles irem chegando de mansinho e se aproximando foi mais verossimil que a súbita aparição do livro. Os três ficaram bem representados e James ficou até melhor que no livro sendo bem sádico. O filme ficou corrido em alguns momentos mas ele cumpre o papel de adaptação de 70% de fidelidade. A batalha final entre James e Edward ficou melhor que no livro N vezes.  Jakob (o Shark boy!!) apareceu pouco mas o necessário, mas a explicação dos Cullen ficou muito a quém do livro.  Enfim gostei do filme mas se continuarem com o mesmo estilo terão problemas para adaptar os próximos principalmente o 3º que é muuuuuuuuito mais detalhe

Os vilões do filme

Os vilões do filme

.

A seguir: mais detalhes dos livros, o fenomeno queele gerou e semioses a mais.

See ya!

P.S.adoraria que o filme do segundo desse uma cara nova para os lobisomens que achei meio estranhos no livro. Espero que os efeitos sejam melhores trabalhados em Lua Nova pois em alguns momentos deixaram a desejar no primeiro filme como no jogo de beisebol.

P.S. Os volturi com certeza vão ficar legais no filme principalmente que o elenco esta sendo escolhido a dedo
P.S. como não apareceram no filme, poderiam fazer filmes com as historias de Rosalie, Jasper e Carslile. Fala se não davam ótimos filmes? Um da cada, em uma série especial com os atores…

P.S. Esperoq ue a autora explore o seu universo em outras publicaç~eos mostrando os Volturi, outros vampiros e lobisomens e até outras criaturas por que não?

Fontes fotos ,

bibliblogue.wordpress.com/…/

cinemagia.wordpress.com/…/

g1.globo.com/Noticias/Cinema/

cinema.uol.com.br/

brigadeiromoranguinho.blogspot.com

www.baixarfilmesgratis.net/

Falta do que fazer é F*%@

Olá Pessoal!

Estava eu de bobeira na net quando achei isso…

Bom no mínimo é uma falta do que fazer imensa! Mas o video ficou muito legal e uma animação muito bem feita. O Bruce Lee provou que é melhor que o Chuk Norris! Muito legal os movimentos. Ta vendo, uma ideia na cabeça e os recursos certos e vc faz coisas muito legais. E hoje é muito fácil fazer videos e divulgalos com a ajuda do tubo ai.

See ya!

P.S. Imagina o tempo que levou pra fazer aquilo,….

P.S. Tem um monte de videos assim basta vc procurar, tem uns beeeeem toscos também…

P.S.é lega imaginar que tem gente tão atoua assim, tenho esperanças de ficar assim um dia.

Fofinhos e Mortais

Olá Pessoal!!!

Bom de vez em quando alguém tem uma ideia maluca e faz uma historia que de tão doida vira sucesso. Estava eu dando uma voltinha pelo site Omelete quando vi esta notícia e não acreditei…

http://www.omelete.com.br/quad/100018840/Cat_Shit_One_.aspx

Pois é um bando de coelhinhos fofos trocando tiros com camelos, regado a sangue e violencia é no mínimo interessante. E naõ é a primeira vez que vemos bichinhos fofinhos em situações adultas, a série We3 conta a historia de um cachorro, um gato e um coelho auterados em experiencias militares para se tornarem armas que fogem de seus criadores. Eles são fofinhos e letais e mostra uma interessante forma de contar uma historia com dialogos apenas essenciais.

A ideia de colocar bichos no lugar de lados de uma guerra também não é nova, na história Maus, ratos representando os Judeus são caçados pelos gatos Nazistas. O autor fez uma pequena referencia às propagandas nazistas que comparavam os judeus a ratos, pragas que deveriam ser exterminadas…

Por que estou falando dessas histórias? Bom acredito que a a forma como elas mostram situações reais e dramas adultos com uma linguagem sarcástica e fofinha. Os roteiros são densos, dramáticos e arrebanharam um bando de fãs cuylt. Até pensei  em fazer a minha propria historia com bichinhos fofinhos…

Bom esse foi um post de curiosidade só pra dividir com vcs

Inté mais,

P.S. Estou querendo postar cronicas policiais daqui pra frente…

P.S. realmente ver coelhinhos fofinhos disparando pra todo lado é complicado

P.S.Um cara uma vez fez algo parecido com os smurfs… imaginem …

Até a ultima Gota: Parte 2 principe encantado

Olá Pessoal!

Bom como prometido,  cá estou eu novamente para falar da série Crepúsculo e suas semióticas. Bom eu li algumas criticas da série, algumas positivas, outras negativas e agroa vou falar um pouco da minha visão dos livros. ATENÇÃO: o texto a seguir irá conter spoilers! por isso se não tiver lido ainda fique por sua conta e risco.

Stephenie Meyer aproveitou que Harry Potter acabou e entrou de cabeça em um buraco deixado no mercado. A diferença é que sua historia não é tão unisex como a de M.K.Howling e o publico feminino com certeza é o foco do público. As cenas de luta são parcas e pouco detalhadas, mesmo por que deu pra perceber que a autora não sabe escrever batalhas. Ela usa os escapes da narrativa para não falar o que esta acontecendo como no primeiro livro, onde ela desmaia Bella para não descrever a luta contra James, e no terceiro onde a velocidade sobre humana dos vampiros impede que ela enxergue a luta. Uma prova de que lutas não são o principal é o momento de tensão na Italia quando Bella e Edward são encurralados por membros dos volturi, se fosse pra agradar todo mundo ia rolar uma porradaria muito louca. Mas eles são impedidos, podem falar que foi uma boa saida para manter os suspense sobre as habilidades deles mas enfim. Porém, ela sabe dar um bom clima de suspense em alguns momentos, quando não os quebra com o romantismo ligeiramente exagerado. No terceiro livro vemos mais o lado de horror de uma historias de vampiros o que dá um clima menos adolescente à historia.

A autora

A visão,  do relacionamento chega a ser engraçado. Stephenie, faz um heroi principal perfeito em todos os quesitos onde até suas crises de ciumes são atraentes, e seu principal defeito é superproteção. Edward é um personagem que não apresenta nuances humanas, e o único diálogo onde ele mostra que não saiu dos sonhos de uma adolescente é com Jakob no terceiro livro mas mesmo assim fica muiito pouco no todo. Ele foi criado nos moldes do principe encantado, bonito, rico, sobrehumano, forte e completamente devotado a sua amada. Apesar de ele ser um vampiro, isso apenas lhe da um charme pois ele prefere beber sangue de animais. Bella já é mais humana com defeitos meio estranhos e neuras adolescentes comuns, mas seu amor incondicional por Edward se torna as vezes surreal com sua incapacidade de sequer brigar com ele. Ela é uma personagem com problemas psicológicos sérios, pois é dependente do vampiro, e se sacrifica por ele. Mas isso a torna mais realista.

A personagem, assustou aos mais concervadores, pais de família, pois suas tendencias suicidas poderiam influenciar as adolescentes tendenciosas. Pra mim isso é um pouco de exagero pois para ser influenciado por uma garotinha antiosocial que pula de penhascos apra ouvir vozes só se vc tiver os mesmo problemas dela. Mas enfim. Stephenie faz justamente o contrario do que estes criticos dizem pois em seus livro, Edward é um herói tão perfeito que ele, para (pasmem) salvar a ALMA de sua amada nãoquer ter relações sexuais, ANTES, do casamento! Para mim este foi o cumulo do puritanismo, enquanto a sexualidade de Harry Potter era mais infantil, Meyer simplesmente prega a virgindade e os preceitos religiosos de que a alma será perdida caso você peque trepando sem casar por ai. Nada contra preceitos religiosos, mas chega a ser didático no livro. Não sei se isso foi uma forma de agradar aos pais, mas para mim foi muito forçar a barra. Mais uma vez Bella traz o lado humano cheio de hormoniso que uma adolescente deveria ter, mas é refreada e controlada logo em seguida pelo chatíssimo Edward e seu discurso de moral e civica.

Uma deficiencia da narrativa em si que eu achei foi a falta de profundidade dos personagens coadjuvantes, eles são clichês e apenas para mostrar que existe um mundo além do que Bella ve. A autora pareceu gastar muito mais tempo com os vampiros que com os humanos e a falta de humanidade as vezes incomoda. As historias de Carslile, Rosalie e Jasper, foram muito bem arquitetadas, mas elas batem de frente com a falta de verossimilhança dos humanos. Tudo bem que são personagens que naõ influem diretamente nos conflitos, mas eles são vagos demais. Em compensação o mundo sobrenatural de Meyer é bem estrutrado. Os vampiros serem nõmades e terem regras simples me deixou feliz pois isso é bem mais verossimil afinal alguém, que bebe sangue não deve ficar por muito tempo em uma cidade sem envelhecer. Ela claramente foi influenciada por putras narrativas ao colocar uma guerra entre lobisomens e vampiros e o fato dos lobisomens serem indígenas. Isso pra quem não sabe é herança do RPG (Role Playing Game) Lobisomem:O Apocalipse, onde os licantropos são dividos em tribos, onde foi uam nova visaõ daqueles filmes de terror Z que passam de madrugada.

O livro que trouxe uma nova visão dos lupionos

O livro que trouxe uma nova visão dos lupionos

O fato de cada vampiro trazer uma habilidade especial, um poder que remete a uma de suas características humanas foi uma ótima ideia tornando cada vampiro unico. Os Volturi em si são muito bem feitos pois são uma boa ideia de realeza. Uma pena que parece que não conheceremso todas as habilidades sobrenaturais dos nove guarda-costas deles. Os lobisomens ficaram muito estranhos na minha opinião em termos de aparencia, mas sua ideia de matilha é interessante. Porém o poder deles se tornou estranhamente vago, hora eles parecem ser mais poderosos, hora parecem ser mais fracos que os vampiros, então não sabemos ao certo o seu poder. Ainda não li Amanhecer mas já me adiantaram um rumo desagradável da historia que eu não gostei. Mas enfim vou terminar de qualquer forma para ver até onde Meyer vai. A Seguir: Mais análises semióticas e possíveis influencias

P.S. Lobisomem era umjogo legal mas a nova versão é mais interessante…

P.S. Talvez seja minha influencia de animes japoneses, mas eu fiquei imaginando um ataque dos nove guarda-cotas tão legal que me deixou decepcionado quando só dois deles tiveram seus poderes revelados. Espero que no ultimo livro apareça mais alguém.

P.S. Sim eu tenho birra do Edward que pra mim foi ficando um saco ao longo da historia perdendo até o sarcasmo ironico que ele tinha no primeiro livro.

P.S. bom como homem eu realmete fiquei decepcionadopela falta de cenasde luta, mas até que a que rola no final do terceiro livro foi legal…

P.S. acho quefalei demais e acabei nao falando tudo neste post… saco…

P.S. Por favor gente se entrou no blog deixe comentários, pode deixar sua marca, se gostram ou não. e aquem entra valeu gente brigadão.

Até a ultima gota. Parte 1: Crepúsculo

Olá pessoal!!!!

Cá estou eu para falar do fenomeno atualque anda me deixando bastante intrigado. Os vampiros. Ao que parece, após os livros de Stephenie Meyer terem se tornado um sucesso adolescente um bando de histórias de vampiros desabaram por todos so lados. As Tvs decidiram investir em séries de vampiros como True Blood e Vampire Diaries com adolescentes bebedores de sangue. Mas tudo isso voltou a tona com Crepúsculo de Stephenie Meyer e suas continuações que renderam algusn milhões para autora. Eu como sou muito curioso resolvi ler a série.. então vou dar minha opinião sobre os três primeiros livros da autora. E se você não leu haverá spoilers disfarçados. 

Crepúsculo: Bom eu naõ gosto de narrativas em primeira pessoa, mesmo porque depois que li Pergunte ao Pó de John Fante eu nunca vi nada em primeira pessoa tão bom… Enfim, oprimeiro livro é mais introdutório e mostra a jovem Bella que se muda para a chuvosa Forks e se apixona pelo misterioso Edward que (ta daaaaam!) é umvampiro. Ele porém é um vampiro bonzinho que só bebe sangue de animais (quer dizer menos pro greenpeace…)  ele e sua família. Daí temos o conflito de Edward querendo beber o sangue da amada e ela querendo se entregar totalmente a ele e claro se tornar uma vampira também. Os vilões do livro são interesantemente construidos como opostos da famílai de Edward e assim são assassinos implacáveis. O climax do livro deixa a desejar pela narrativa em primeira pessoa, mas o suspense até o final é bem articulado embora poderia ser mais intenso e não ter as quebras que apresenta. 

O amor de Bella e Edward é incondicional, e chega a ser até muio doentio as vezes e pouco provável considerando que ele tem 107 anos de idade.  Mas como ele é um herói adolescente, trazer os traços do antigo principe encantado faz parte dele. Aliás ele é uma versão bem interessante do tal principe considerando seu dinheiro, pudor e poderes. Levando-se em conta que a personagem principal é uma adolescente e que o livro é voltadopara tal público é preerfeitamente explicável o ponto de vista apixonado e meio bobo dela. O exesso de detalhes e a apaixonite da persoangem são muito exagerados pro meu gosto. 

Lua Nova: dos três que eu li o meu preferido. O fato de Edward não estar em boa parte do livro o torna menos meloso e mais rápido no ritmo. A depressão da personagem pelo abandono é bem típico dos adolescentes, embora o lado suicida dela seja mais propício da personagem que se mostra uma completa maluca…  Jakob Black se tornou meu personagem preferido pelo jeito mais humano e despreocupado. Ele não é perfeito como Edward e se mostra uma opção para Bella que pode escolher ser humana. Os Lobisomens que aparecem no livro foram uma adição interessante a trama embora uma reviravolta no final chega a questionar a necessidade da existencia deles… Afinal eles não tem muita influencia no grande problema da trama em si oque os torna segundo plano de uma hora para outra no que pareceu mais um rompante de criatividade do que uma coisa premeditada anteriormente.  Os volturi são com certeza a coisa mais interessante da saga até agora e mostram uma sociedade vampírica muito mais lógica que de muitas outras histórias. Embora eu esperava mais dos três fodões. Neste livro começa a aprecer um problema no personagem principal que eu achava que era só a visão de Bella sobre ele. Mas não… 

Eclipse: O livrotem o ritmo muito mais lento que o de Lua Nova. Enquanto o segundo livro te prendia pela sua vontade de saber quem vai sobreviver no final das contas, Eclipse volta ao chamego de Bella e Edward e mostra um vampiro tão casto que chega a dar nojo. O personagem de Edward começa a mostrar defeitos o que me deixou feliz no início do livro. Ele mostra ciumes, super proteção e até um sentimento de propriedade. Só que isso tudo some no meio do livro e vemos um cara compreensivo, meigo, e que chega a não fazer sexo pensando na virtude da mulher amada!!! Nessa hora eu quis parar de ler e jogar o livro na fogueira, mas continuei e para minha felicidade, li  a primeira luta real de toda a saga o que não me decepcionou nem um pouco. Embora Meyer tenha mostrado que não sabe escrever cenas de luta e por isso as estava evitando.  O grande mérito do livro é questionar o tamanho do amor dos dois que começa a passar por conflitos. Porém eles acabam sendo resolvidos de forma muito, como direi, simples em boa parte da trama chegando a incomodar. 

Jacob se torna um pouco inconsequente demais pro meu gosto embora esteja desesperado e a personagem principal se tornou incrivelmente doida neste livro. Acredito que a autora tenha tido dificuldades de descrever com exatidão os sentimentos da personagem. Mas Bella se mostra incrivelmente dependente e submissa a Edward em boa parte do livro.  A força que ela tinha adquirido com a separação, foi pro saco neste livro que mostra ela louca pra se entregar totalmente ao amado. Ela não consegue ficar nervosa com o sentimento de propriedade do vampiro, mesmo porque nem precisava já que o perfeitinho logo se mostra compreensivo. O melhor momento do livro onde a autora realemente me surpreendeu foi no dialogo “a sós” de Jakob e Edward. Pela primeira vez os persoinagens discutiram de forma mais “normal” entre eles e mostraram que são homens. Mesmo assim tudo vai pro saco depois nas ações de ambos, no modo como Jacob age com Bella ecomo Edward aceita tudo (ele é muuito chato vei!) .Na verdade o grande conflito deste livro é a escolha de Bella por Edward ou Jakob. O restante parece se tornar pano de fundo para essa escolha que se mostra cada vezs mais difícil ao longo do livro embora termine de forma bem óbvia.  A falta de agilidade mental dos protagonistas também me deixou um pouco nervoso. Os grandes momentos deste livro estão na batalha final, e nos flashbacks que com as bem estruturadas histórias de Rosalie, Jasper e a origem dos lobisomens. A visão de Jakob da história mostrando pela primeira vez uma narrativa fora da cabeça de Bella realmente foi uma boa cartada no fim do livro… 

A seguir uma visão geral e semiótica da obra de Meyer!!! e mais a seguir ainda um apanhado do efeito pop da série

P.S. Os vampiros de Meyer são mujito poderosos pro meu gosto, pelo menos o sol né? Pqp… 

P.S. Os lobisomens ficaram bem criativos e deiferentes, gostei do sentido de alcatéia deles. Mas eles que se mostravam mais poderosos que os vampiros em Lua Nova perderam os poderes em Eclipse de forma bem picareta…

P.S. As histórias de Carslile, Rosalie e Jasper são dignas de RPG’s do genero como Vampiro a Máscara e Vampiros Mitológicos. 

P.S. Seria interessante e caça níqueis mostrar as histórias destes três vampiros em outros filmes separados, adoraria ver jasper sair na porrada com os neófitos 

P.S. Realmente era frustrante ler capitulos inteiros de devoção e amor dos protagonistas para chegar em bons momentos dos livros… Mas ….

P.S. Essa é minha opinião sobre os livros, não quer dizer que seja certo ou errado mas foi só oque pensei sobre a história.